Umas das figuras mais comuns de se encontrar dentro da política é a daquele cidadão, sem poucas habilidades para nada, sem ter muito o que fazer, que acompanha o dono do poder em uma determinada região, fazendo tudo aquilo que lhe é mandado por este, principalmente quando o serviço não é lá dos mais nobres. Essa figura também é muito encontrada no meio empresarial, mas é realmente na política que ela se destaca. Estamos falando da figura do puxa-saco (Segundo definição do dicionários Houaiss: puxa-saco: que ou aquele que bajula; bajulador ).
O puxa-saco, na política brasileira, se destaca principalmente naqueles rincões do nosso país. Uma de suas características típicas é o fato de, normalmente, não ser uma pessoa com instrução intelectual. É um matuto que não tem muita noção do ridículo e defende a sua “ama” em toda e qualquer situação. Faz isso não porque sabe que a pessoa a quem serve age de forma maliciosa e que precisa de uma contrapartida em meio a tantas denúncias de malandragem e corrupção, mas porque realmente acredita que aquele “ser supremo” ao qual serve é uma criatura divina, diferente dos seres humanos comuns. Em razão dessa obsessão surge uma outra característica do puxa-saco: normalmente ele não ganha nada ou ganha muito pouco para fazer o que faz.
Prova disso é o que acontece na câmara municipal de Buriticupu, onde existem vários puxa-sacos da oposição e do senhor ex- prefeito, Gildan Medeiros que, aliás, é uma pessoa que aprecia muito esse tipo de figura e adora andar cercado por eles, pois, como já dito em um post anterior, o senhor ex-prefeito Gildan Medeiros é uma pessoa egocêntrica e adora ser o centro das atenções e bajulações, mas, como todos sabem, não é lá um patrão generoso quanto se trata em remunerar esses puxa-sacos (atrasa 3, 4, 5 meses de salário).
Diante dessas afirmações, dá-se a entender que realmente o puxa-saco é sempre uma pessoa “matuta” e sem instrução. Na verdade, isto é praticamente uma certeza para a pessoa que escreve este texto. Porém, qual não foi minha surpresa ao me deparar ultimamente com uma figura que, a princípio, teria todos os requisitos típicos dos puxa-sacos, por se tratar de uma pessoa com sem grau NENHUM de instrução, SEM nível superior, e que o seu sonho é exercer um cargo na administração municipal, e que recente arrumou uma boquinha na câmara dos vereadores. Essa pessoa, respeitando todas as normas dos puxa-sacos, coloca todos aqueles matutos que, como dito antes, não têm noção do ridículo, “no chinelo”.
Esse mestre em puxa-saquismo não é lá tão ingênuo, assim como manda a norma. Fez logo questão de arrumar um empreguinho na câmara buriticupuense”, e posa como Presidente da câmara municipal, fato inédito no país: É o primeiro presidente de câmara sem mandando de vereador. Porém, como possui uma cadeira cativa nesse clube dos bajuladores e defensores das mazelas do senhor ex-prefeito e da oposição, e da atual gestão na câmara dos vereadores, também se presta a esse papel de sem-noção e ao ridículo de defender publicamente aquilo que é indefensável.
Para ilustrar bem como essa pessoa não tem noção do ridículo: Além dos comentários diários e sem fundamento na rádio que ele diz ser comunitária, recentemente quando foi questionado em seu Blog sobre o recente caso de nepotismo na câmara dos vereadores, ficando assim sem resposta. Resultado: teve que ler comentários irônicos de internautas e perdeu toda a (já escassa) credibilidade naquele momento.
É senhores! Não é fácil ser um puxa-saco. Tem que se dedicar integralmente a essa tarefa e abrir mão de muitas coisas, como, no caso do nosso “grão mestre do puxa-saquismo”, da sua própria credibilidade como radialista comunitário.
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