segunda-feira, 30 de maio de 2011

Reforma política é debatida em audiência pública na Assembelia legislativa

Fonte: Glaucio Ericeira, Agência Assembleia 
As novas regras eleitorais previstas na Reforma Política, que continua sendo discutida no Congresso Nacional, serão aplicadas somente nas eleições de 2014 e não no pleito do ano que vem, como muitos imaginavam.
A informação foi confirmada pelo deputado federal Ribamar Alves (PSB), integrante da Comissão Especial que trata da Reforma Política na Câmara, durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (26). A audiência foi proposta pelo deputado Eduardo Braide (PMN) e teve como objetivo ampliar o debate acerca do tema no Maranhão.
“Nas eleições de 2012 não ocorrerão mudanças. O que está sendo proposto na reforma do sistema eleitoral brasileiro só será aplicado nas eleições majoritária e proporcional de 2014”, assegurou Ribamar Alves, único membro da bancada maranhense na Câmara presente na audiência pública.
De acordo com o deputado federal, quatro itens já são consenso no Congresso e estão garantidos no bojo das mudanças eleitorais. São eles: financiamento público exclusivo de campanha, sistema proporcional misto, fim das coligações partidárias e coincidência de mandatos.
“O financiamento público de campanha, por exemplo, é um mecanismo que, além de facilitar o trabalho de fiscalização, beneficiará os candidatos com menor poder aquisitivo. Só para se ter uma idéia, de 513 campanhas eleitorais para o cargo de deputado federal, 330 obtiveram êxito. Ou seja, o candidato conseguiu a eleição ou reeleição”, ponderou.
Presidente da Comissão Especial da Assembleia que trata sobre o assunto Reforma Política, o deputado Rogério Cafeteira (PMN) mostrou-se contrário ao financiamento público de campanha.
Na avaliação do parlamentar, este dispositivo só beneficiará partidos grandes ou com altos índices de popularidade, como é o caso do PT.
Avaliação semelhante fez o deputado Neto Evangelista (PSDB). “Com o financiamento público, haverá uma espécie de congelamento dos partidos menores. E somente as legendas grandes irão prosperar ainda mais”.
O ex-deputado Joaquim Haickel, atual secretário de Estado de Esporte, defendeu algumas modificações no regime eleitoral, como eleições gerais (para os cargos de prefeito, vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente) e ampliação do mandato para cargos do Poder Executivo, sem possibilidade de reeleição.
Já o juiz federal Roberto Veloso, que já integrou a Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão e faz parte de uma Comissão Especial do Senado que trata sobre a Reforma Política, defendeu a antecipação do prazo da propaganda eleitoral, como forma de beneficiar candidatos pouco conhecidos, além de uma definição, por parte do Congresso, sobre a quem pertence o mandato parlamentar – à coligação ou ao partido.
“Ao invés de se limitar ao período de três meses antes da eleição, a propaganda eleitoral deveria ser feita pelo menos uns seis meses antes. Avalio que esta situação irá beneficiar os candidatos que não tem tanto acesso à mídia”.
Também participaram da audiência pública os deputados Raimundo Louro (PR), Francisca Primo (PT), Hélio Soares (PP), Luciano Leitoa (PSB), Vianey Bringel (PMDB), André Fufuca (PSDB), Carlinhos Florêncio (PHS), Edilázio Júnior (PV), Bira do Pindaré (PT) e Carlos Filho (PV); os prefeitos Raimundo Gomes (Lajeado Novo) e Sebastião Rocha dos Santos (São João do Paraíso); além de dirigentes partidários e representantes de vários segmentos da sociedade maranhense.

Vale se omite e sindicato vai reassentar moradores vítimas de poluição em Açailândia.

Por Sílvia Freire, da Folha de S. Paulo:
As cerca de 300 famílias que moram cercadas por cinco siderúrgicas e uma termoelétrica no povoado Piquiá de Baixo, em Açailândia (MA), conseguiram na terça-feira (24) um acordo para serem reassentadas em outra área.
Comunidades de Pequiá e Califórina sofrem com poluição gerada pela Vale
Na semana passada, foi divulgado um estudo feito com moradores de Piquiá e do assentamento Califórnia, também em Açailândia, que mostrou que a poluição do ar e a fumaça constantes geradas por siderúrgicas e carvoarias provocava danos ao ambiente e à saúde de moradores.
Uma cópia do estudo, realizado pela ONG Justiça Global, FIDH (Federação Internacional de Direitos Humanos) e rede Justiça nos Trilhos, foi entregue ao Ministério Público do Maranhão (reveja).
A procuradora-geral de Justiça, Fátima Travassos, mediou um acordo entre os envolvidos. Na reunião, ficou acertado que a Prefeitura de Açailândia vai desapropriar uma área de 38 hectares escolhida pelos moradores para o reassentamento. A desapropriação será custeada pelo Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Maranhão, cujos representantes assinaram um termo se comprometendo a depositar R$ 400 mil em um prazo de 30 dias.
Segundo o sindicato, as siderúrgicas já haviam concordado em comprar a área para o reassentamento, mas os proprietários resistiam em vender a propriedade. Com a desapropriação, o processo de reassentamento deve avançar.
A mineradora Vale, que no estudo também foi responsabilizada pelos danos à comunidade, não enviou representante à reunião. A empresa explora o minério de ferro de Carajás, que é transformado em ferro gusa nas siderúrgicas.
O padre Dario Bossi, da rede Justiça nos Trilhos, que participou da reunião, disse que será feita uma recomendação ao governo do Estado para que faça as obras de infraestrutura do novo povoado.
Segundo Bossi, ainda não está definido quem irá pagar pela construção das novas casas nem se as famílias irão receber uma área para cultivo, já que 70% delas são de pequenos agricultores.
Sobre o assentamento Califórnia, que é atingido pela fumaça das carvoarias, a Secretaria de Meio Ambiente deverá fazer uma medição nas emissões de gases e apresentar um relatório. “O estudo foi muito importante porque demonstrou com dados a situação dos dois povoados, com a distribuição das responsabilidades pelos problemas”, disse Bossi.
Segundo o estudo, os moradores do povoado Piquiá de Baixo e do assentamento Califórnia sofrem de doenças respiratórias, problemas de visão e de pele provocadas pela poluição.
De acordo com o estudo, a maioria do entrevistados (56,5%) descreveu seu estado de saúde como sendo “muito ruim” ou “ruim”. Na média da população brasileira, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional de Domicílios) de 2008, essa percepção é de 3,8% dos entrevistados.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Assembleia vai discutir serviços de telefonia móvel

A Assembleia Legislativa, através da sua Comissão de Assuntos Econômicos, realizará na próxima semana, nas cidades de Grajaú e Balsas, audiências públicas que terão como objetivo discutir o péssimo serviço oferecido aos usuários maranhenses pelas operadoras de telefonia móvel.
A informação foi confirmada pelo vice-presidente da Comissão, deputado Zé Carlos (PT), durante audiência pública promovida nesta quarta-feira (25).
A audiência pública, que contou com as participações dos deputados Edson Araújo (PLS – presidente da Comissão de Assuntos Econômicos), Carlinhos Florêncio (PHS) e Francisca Primo (PT), foi solicitada pelo próprio Zé Carlos e serviu para que representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prestassem alguns esclarecimentos técnicos e jurídicos acerca do serviço de telefonia móvel no Estado.
“A audiência, da qual participaram os representantes da Anatel, foi uma espécie de preparação para as audiências públicas que serão promovidas no interior. Neste encontro, tivemos a oportunidade de conhecer melhor sobre o funcionamento da telefonia móvel no que diz respeito aos seus aspectos operacionais e jurídicos”, explicou Zé Carlos.
A primeira audiência pública será realizada na próxima terça-feira (31) no município de Grajaú. No dia 2 de junho, os deputados integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos estarão na cidade de Balsas. “Sabemos que o serviço de telefonia, em especial o móvel, é de péssima qualidade. Mas precisamos conversar diretamente com os usuários. Ouvir suas reivindicações para, em seguida, trazê-las para a discussão na Assembleia com o objetivo de torná-las realidade o mais rápido possível”, disse o deputado petista.
Representantes da Anatel no Maranhão, Karine Braga e Paulo Roberto Marques, gerente substituta e engenheiro do órgão federal, respectivamente, fizeram uma explanação técnica e jurídica sobre o sistema de telecomunicações no Estado.
Especificamente sobre a telefonia móvel, Karine Braga disse que o serviço, apesar de ser de extrema necessidade, não é considerado pela legislação brasileira como “serviço de utilidade pública”. “É por este motivo que a Anatel não pode obrigar determinada operadora a oferecer o serviço de telefonia móvel em todas as regiões de um município, por exemplo. Para que isso mude, é necessário que a classe política trabalhe para alterar a legislação vigente”.
O gerente do Procon no Maranhão, Felipe Camarão, disse que, diariamente, o órgão recebe reclamações dos serviços de telefonia móvel prestados pelas quatro empresas (TIM, Claro, Oi e Vivo) que operam no Estado. Informou que, recentemente, enviou documento a estas empresas solicitando explicações acerca dos problemas. Apenas a TIM e a Claro não responderam ao pedido do gerente e, por este motivo, poderão ter as suas operações suspensas, além de receber multa com valores variando entre R$ 300 a R$ 3 milhões.
“A iniciativa da Assembleia deve ser louvada porque, mais uma vez, traz para a discussão pública a problemática do serviço de telefonia móvel”, avaliou Camarão.

O que é um atestado médico? Vereadores da oposição questionam atestado médico de vereador.

Buriticupu é uma cidade abençoada por Deus, situada as margens da BR222, entre Santa Luzia e Bom Jesus das Selvas, com economia baseada na agricultura, pecuaria, extrativismo e comércio. Mas o que diferencia Buriticupu das outras cidades do MUNDO, são algumas coisas que acontecem na sua câmara municipal, a casa do povo, como é chamada, recentemente tem vivido momento digamos peculiares, por exemplo: Um vereador ao qual este Blog tem muita estima e consideração nos deixou surpresos quando questionou em seu blog o atestado médico emitido pelo Médico ao verador GRANDE,  querendo questionar as informações contidas e querendo impedir que o vereador GRANDE tire licença, ele esta tentando jogar a opnião publica contra o vereador e mais duvidando da doença, que foi atestada pelo Médico, colocando a culpa no prefeito. Algumas perguntas ficam sem respostas nesta questão: Porque será que o amigo vereador de oposição esta tão preocupado com isso? Quais os interesses ele defende?

Uma ajudinha aos amigo vereadores: O que é um atestado médico?
O Atestado Médico é um documento freqüentemente solicitado ao médico, seja em consultas de rotina ou de urgência. O Atestado Médico é um direito do paciente, não podendo ser negado. No entanto, o conteúdo desse documento é de inteira responsabilidade do médico, devendo refletir estritamente seu parecer técnico.
            O médico tem liberdade de atestar o que achar conveniente e ético ao exercício de sua profissão. O atestado é um documento que reflete o estado do paciente e, se for o caso, cuidados que devem ser tomados aos olhos do médico. Além disso, o atestado tem fé pública, ou seja, presunção de veracidade (é considerado verdadeiro até prova em contrário).
É assim que de Plácido e Silva, dicionarista especializado, aponta:
"Atestado indica o documento em que se faz atestação, isto é, em que se afirma a veracidade de certo fato ou a existência de certa obrigação. É assim o seu instrumento."
O atestado médico pode ser: Atestado de Sanidade; Atestado Admissional; Atestado Demissional; Atestado de Afastamento; Atestado de Portador de Doenças; Atestado de Perícia Médica e outros tipos de Atestados.
Para ser emitir o atestado, é necessária alguma observação, tais como:
- médico habilitado na forma da lei;
- ser subscrito (assinado) pelo médico que examinou o paciente;
- linguagem simples, clara e de conteúdo verídico;
- omitir a revelação explícita do diagnóstico, salvo quando for caso de dever legal ( sob solicitação judicial ), justa causa ou pedido expresso do paciente;
- expressar as recomendações médicas pertinentes ( se há necessidade de afastamento do trabalho e por quanto tempo ).


 Segundo o próprio regimento da camara o vereador tem todo direito de tirar licença para tratamento médico como afirma o artido citado pelo próprio vereador:

Art.81 e seus incisos O Vereador poderá licenciar-se, mediante requerimento dirigido a presidência e sujeito á deliberação do Plenário nos seguintes casos; I por moléstia devida mente comprovada por atestado médico oficial ou de médico de reputação ilibada;I

Conclusão: Só quem pode questionar atestado médico é médico, e ao meu ver nenhum dos vereadores de oposição se encaixam no perfil de emissores de atentados. Nada mais justo do que o vereador que esta doente, conforme afirma o atestado médico, tirar licença, a oposição deveria se sentir aliviada pois o VEREADOR GRANDE é um dos maiores defensores da administração publica municipal naquela casa.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cinco meses após estudo, americano confirma que está livre do HIV,

Vírus desapareceu do corpo de americano após tratamento contra leucemia
Um morador de San Francisco, nos Estados Unidos, que em 2005 descobriu que tinha contraído o vírus HIV, afirmou em entrevista ter se curado totalmente meses depois da publicação de um estudo que sustentava que o paciente "mostrava evidências" de sua recuperação.
"Estou curado do vírus do HIV", disse na segunda-feira Timothy Ray Brown, de 45 anos, em declarações à emissora local CBS 5 reproduzidas nesta terça-feira (17) pela imprensa. A informação foi confirmada por um dos autores do estudo publicado na edição de dezembro de 2010 da revista científica "Blood", que ratifica um relatório anterior sobre o tema publicado em fevereiro de 2009.
- Nossos resultados sugerem que o paciente se curou do vírus do HIV.
Dias depois do primeiro anúncio, médicos pediram calma, pois o caso do americano era bastante particular. As células com as quais Brown foi tratado vêm de um doador com uma mutação genética natural pouco frequente e muito difícil de encontrar. Além disso, o caso de Brown é particular. 
Brown teve que ser submetido a um tratamento contra leucemia mieloide e, por isso, necessitou passar por um transplante de células-tronco de um doador que possuía um gene hereditário pouco comum, associado à redução do risco de contrair o HIV.
Os médicos do Hospital Médico Universitário da Caridade, em Berlim, na Alemanha, selecionaram as células-tronco do tipo CD4, que não possuem o receptor CCR5, necessário para que o vírus se propague pelo organismo. Antes do transplante, Brown foi submetido à quimioterapia e à radioterapia.
Brown teve uma recaída da leucemia 13 meses mais tarde e foi submetido a um novo transplante de células-tronco do mesmo doador. O paciente assegura não ter tomado nenhum tipo de medicação desde então.
Em 2009, "The New England Journal of Medicine" informou que, após 20 meses sem tomar os antirretrovirais, não havia sinais de HIV em seu organismo. Os especialistas, no entanto, lembram que se trata de um tratamento custoso e "arriscado", que não pode ser aplicado em todos os pacientes e que não se trata de uma cura definitiva para a Aids.

O que é a reforma política?

No Brasil, Reforma Política é o nome dado ao conjunto de propostas de emendas constitucionais e revisões da lei eleitoral com fins de tentar melhorar o sistema eleitoral nacional, proporcionando, segundo seus propositores, maior correspondência entre a vontade do eleitor ao votar e o resultado final das urnas.
Em 2011, o Senado e a Câmara dos Deputados implantaram comissões separadas para estudar e elaborar propostas de reforma política.
No caso da comissão estabelcida pelo Senado, os pontos a serem analisados são:
  1. Sistemas eleitorais
  2. Financiamento eleitoral e partidário
  3. Suplência de senador
  4. Filiação partidária e domicílio eleitoral
  5. Coligações
  6. Voto facultativo
  7. Data da posse dos chefes do Executivo
  8. Cláusula de desempenho
  9. Fidelidade partidária
  10. Reeleição e mandato
  11. Candidato avulso

Sistemas Eleitorais

Atualmente o Brasil usa o sistema proporcional de lista aberta com coligações para as eleições de deputados federal e estadual, e vereadores. Sob este sistema, todos os candidatos são ligados a alguma legenda, que pode ser uma coligação de vários partidos ou um único partido não coligado. Todo eleitor vota simultaneamente no candidato e na legenda a qual ele pertence, ou somente na legenda, se preferir. As vagas são distribuídas proporcionalmente conforme o somatório de votos para cada legenda usando o chamado quociente eleitoral. Os candidatos mais votados de cada legenda são eleitos.
Dentre as propostas de modificação do sistema eleitoral, estão as seguintes:
  • Voto proporcional de lista fechada: os eleitores passariam a votar apenas no partido ou coligação. A escolha de quais candidatos seriam eleitos dependeria de uma lista definida pelos partidos políticos antes da eleição.
  • Voto proporcional de lista flexível: é uma combinação do voto em lista aberta e fechada. Cada partido ou coligação elaboraria sua própria lista (semelhante à lista fechada), porém cada eleitor, se quisesse, pode escolher seu próprio candidato (como na lista aberta). Os candidatos que recebessem uma grande quantidade de votos seriam eleitos, independentemente de sua posição na lista. As demais vagas seriam preenchidas pela ordem da lista partidária.
  • Voto distrital: O voto proporcional seria abandonado, e em seu lugar seriam criados distritos uninominais, isto é, de um único vencedor. Suponhamos, por exemplo, a eleição para a Câmara de verdeadores no Municipio de Buriticupu. Ao invés de todos os candidatos concorrerem no municipio todo com 15 vencedores, o municipio seria dividido em 15 distritos. Cada candidato concorreria em apenas um distrito, e cada distrito elegeria apenas um vereador ou vereadora.
  • Voto distrital misto: Seria a combinação do voto distrital com o proporcional; parte dos deputados (ou vereadores) seriam eleitos em distritos uninominais, e parte deles seriam eleitos em votos proporcionais (provavelmente em listas fechadas, mas também possível em listas abertas).
  • Voto uninominal intransferível: (também chamada erroneamente de voto majoritário ou "distritão")Cada um dos eleitores passaria a votar apenas em um candidato ou candidata, e o voto partidário deixaria de existir. Os candidatos mais votados seriam os eleitos, e não haveria mais os chamados "puxadores de votos" - um candidato bem votado ajudar a eleger outros candidatos menos votados da coligação.

Financiamento eleitoral e partidário

Atualmente o financiamento das campanhas eleitorais é misto, isto é, parte é proveniente do dinheiro público, através do fundo partidário, e parte é de origens privadas, por meio de doações. Alguns políticos defendem o financiamento exclusivamente público de campanhas, para evitar que políticos dependam do poder financeiro de grandes empresas para se elegerem.
Como o financiamento público é direcionado aos partidos, e para evitar gastos excessivos, a competição intrapartidária (dois ou mais candidatos de um mesmo partido disputando um mesmo cargo) é indesejável. Por isso, muitos vinculam o financiamento público ao voto proporcional de lista fechada, o voto distital, ou o voto distrital misto com lista fechada.

Suplência de senador

Hoje em dia, cada senador tem direito a escolher dois suplentes. Caso algum senador ou senadora renuncie ou se licencie, seu respectivo primeiro suplente substitui tal pessoa, de modo semelhante aos vices dos cargos do poder executivo. O problema é que os suplentes são frequentemente desconhecidos dos eleitores, o que pode causar falta de legitimidade.
Está em debate formas diferentes de haver substituição de senadores, tendo como base os votos dos eleitores. Existem propostas de convocar novas eleições para substituto, escolher o candidato a senador não eleito mais bem votado da eleição anteiror, ou ainda um deputado federal assumir a vaga, sendo tal deputado o mais votado no estado, ou o(a) deputado(a) mais votado(a) do mesmo partido que o do senador que substitui.
Fonte: Wikipedia.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Francisca Primo pleiteia diminuição da carga horária de servidores públicos estaduais


A deputada Francisca Primo (PT) solicitou ao governo do Estado que encaminhe à Assembléia Legislativa projeto de lei que assegura a servidores estaduais a diminuição de sua carga horária semanal de trabalho. Pela proposta, o benefício será concedido àqueles servidores que tenham filhos portadores de deficiência congênita ou adquirida.
A Indicação já foi publicada no Diário da Assembléia, anexada a um anteprojeto de lei. Nele, o benefício trata especificamente dos servidores públicos da administração direta, autárquica ou fundacional, incluindo os lotados em fundações mantidas ou instituídas pelo Estado.
Em sua justificativa para a proposta, Francisca Primo afirma que o principal objetivo é possibilitar que estes servidores possam acompanhar por mais tempo seus filhos naturais ou adotivos, durante tratamento ou atendimento de suas necessidades básicas diárias.
Esta redução na carga horária de trabalho poderá ser consecutiva, intercalada ou escalonada, conforme a necessidade de atendimento dos filhos. No entanto, caso os dois pais se enquadrem no benefício, apenas um deles poderá ter a redução.
BENFÍCIO
Para ter acesso ao benefício o anteprojeto estabelece que o beneficiado terá que encaminhar requerimento ao responsável máximo do órgão em que estiver lotado, anexando cópia da certidão de nascimento ou adoção de seu filho; atestado médico ou laudo comprovando que o filho é portador de deficiência, com seu grau de dependência; e um laudo prescritivo do tratamento a que ele(a) deve ser submetido.
Estes documentos serão encaminhados ao setor de perícias médicas do Estado, para que este responda em no máximo 15 dias úteis após a solicitação.
A proposta estabelece ainda que em caso de deficiência irreversível e que necessite de tratamento permanente, o servidor, na época de renovação do benefício, fará apenas uma comunicação ao responsável máximo do órgão em que estiver lotado, isto apenas para fins de registro e providências.
 Por fim, o anteprojeto propõe um prazo de seis meses de vigência para a concessão do benefício, podendo este ser renovado por igual período quantas vezes for necessário.

UNIÃO ENTRE SINDICATOS E CONSELHOS PROFISSIONAIS DEVE ACONTECER, POR QUE É BOM PARA OS FARMACÊUTICOS?

Conselhos de Farmácia são autarquias públicas federais, com a finalidade de regulamentar e fiscalizar o exercício profissional do farmacêutico, em defesa da sociedade. Mais: têm, ainda, a responsabilidade de promover a saúde pública. O trabalho dos Conselhos inicia onde termina o da universidade, ou seja, não há como exercer a profissão, sem o registro do profissional no Conselho.
Sindicato de farmacêuticos é a união de profissionais, registrados em seus respectivos Conselhos, cuja finalidade é a defesa de seus direitos e interesses.
Sem os Conselhos, não existe o profissional; sem o profissional, não existe os Sindicatos.
Portanto, o trabalho das entidades está interligado, e tem como objetivos o fortalecimento da classe profissional, a promoção da saúde e a inserção dos profissionais nos contextos social e sanitário do País. Quanto mais organizada é uma classe profissional, mais força possui para defender suas questões e para prestar bons serviços à sociedade. Não há como desvencilhar o trabalho de ambos. A somatória é sempre salutar. A ruptura da união entre essas forças tem graves conseqüências, resultando em prejuízos de toda ordem. O principal deles é o enfraquecimento do exercício profissional.
O farmacêutico, há muito, luta pelo seu reconhecimento social e as respostas à sua luta estão surgindo. Entretanto, os seus esforços, nesse sentido, teriam produzido muitos mais resultados, se as entidades atuassem, unidas, há mais tempo, respeitadas, obviamente, os papéis de cada uma. A quebra de uma corrente, a essa altura da luta, seria desastrosa e poderia arrasar completamente a terra produtiva.
Causou-nos, portanto, estranheza, o comportamento de um grupo de profissionais, que tem como objetivo a projeção político-partidária, não medindo conseqüências para atingi-la. Uma atitude inconseqüente que põe em risco uma classe de relevante importância para a saúde pública brasileira. Essas afirmativas advêm de uma liminar judicial concedida ao Sindicato dos Farmacêuticos do Rio Grande do Sul contra o Conselho Regional do mesmo Estado.
Caso esta liminar tome corpo e os seus efeitos expandam-se a outras capitais com o que se propõe, será impossível a manutenção dos Conselhos, que deixarão de cumprir sua finalidade social. Provavelmente, as empresas contratratarão farmacêuticos para regularizar sua situação junto aos órgãos competentes e, em seguida, os demitirão, cientes de que não haverá fiscalização do exercício profissional em seus estabelecimentos.
Perguntamos: Por quê?
Por que desejam deixar os farmacêuticos à deriva com a extinção da entidade que reconhece sua existência profissional?
Será que, com a extinção dos Conselhos, haverá a necessidade de Sindicatos? Defender quem? Um profissional órfão? Isto é muito sério!
O Sindicato tem como objetivo primordial defender os interesses políticos e trabalhistas dos profissionais inscritos no Conselho. A recíproca não é verdadeira.
A quem interessa o fim dos Conselhos e, também, dos Sindicatos? A um grupo de pessoas que não tem o mínimo de compromisso com a profissão, cujo real interesse é a tentativa de destruir o que já está feito, com incontáveis conquistas que verdadeiramente têm projetado o trabalho e a importância do farmacêutico, sendo inclusive modelo para outros países.
Bons exemplos não devem ser simplesmente elogiados, mas também seguidos. Senão, vejamos o que acontece na classe médica: Conselhos, Sindicatos, Associações, Sociedades e Cooperativas estão sempre unidas, sempre de mãos dadas, cujo interesse precípuo e indestrutível é o do profissional médico.
Por que não unirmos as forças, a exemplo do citado acima, ao invés de tentar destruir. Ou melhor, auto-destruir-se?

Farm. Danilo Caser
Presidente da Feifar

Trio de Luxa: Bottinelli, Thiago Neves e Ronaldinho começam a evoluir

Numa visão de meio-campo ideal, Vanderlei Luxemburgo sempre enxergou Darío Bottinelli, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho juntos. Por alguns motivos, principalmente lesões, encontrou dificuldades para escalar o trio. Nas últimas quatro partidas, contra Vasco, Ceará (duas vezes) e Avaí, o treinador conseguiu mandar a campo aquela que considera a melhor formação.
Na avaliação do treinador, o esquema com os três apoiadores e um atacante (Wanderley é o titular do momento) se enquadra bem. Depois da lesão de Maldonado, que só volta no fim da temporada, Luxa recuou Renato para a função de segundo volante e encaixou Bottinelli no time. Na goleada por 4 a 0 sobre Avaí, no sábado, o argentino marcou o primeiro gol dele em jogos oficiais pelo clube. Thiago Neves e Ronaldinho, que fez sua melhor apresentação com a camisa rubro-negra, também marcaram. Diego Maurício completou.
- O time encaixou bem com o Renato ao lado do Willians como volante. Melhorou a virada de bola, fazem uma linha no meio. A entrada do Bottinelli representa o ganho de mais um jogador talentoso. Com mais jogadores que façam gols em campo, vamos resolver os nossos problemas. Ou vão fazer a diferença com passes ou com gols. São jogadores que fazem o time crescer – disse Luxemburgo.
O trio soma 17 gols na temporada. Além daquele marcado por “El Pollo” contra os catarinenses, Thiago Neves, artilheiro da equipe, fez dez. Ronaldinho, seis. O camisa 7 jogou mais. Das 28 partidas em 2011, participou de 23. R10 disputou 19, enquanto Bottinelli, titular há pouco tempo, esteve em 16.
Vanderlei Luxemburgo cita o jogo contra o Avaí como exemplo dos benefícios que os três podem trazer.
- O Egídio fez o melhor jogo dele na temporada. Principalmente porque teve o Darío perto dele. O Galhardo (substituto do machucado Léo Moura) também foi bem quando Ronaldinho e Thiago Neves encostaram nele. E os três fizeram gols.
Os jogadores do Flamengo ganharam dois dias de folga e voltam ao trabalho nesta terça-feira, em período integral, no Ninho do Urubu. O próximo jogo será contra o Bahia, domingo, em Salvador, às 16h (de Brasília).
A entrada do Bottinelli representa o ganho de mais um jogador talentoso. Com mais jogadores que façam gols em campo, vamos resolver os nossos problemas. Ou vão fazer a diferença com passes ou com gols. São jogadores que fazem o time crescer".disse: Vanderlei Luxemburgo.


domingo, 22 de maio de 2011

Evangélicos protestam contra “kit gay” e criminalização da homofobia


Fiéis na Marcha para Jesus, que reuniu cerca de 50 mil pessoas neste sábado em Curitiba (PR) Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje. Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de “kit gay”) pelo governo federal. Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia. “Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família”, diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná). O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de “lei da mordaça”. Para Ferro, ele “pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição” e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família. Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é “outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos”. Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país –em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.

sábado, 21 de maio de 2011

Deputada Francisca Primo participa de Reunião pró-emancipação em Santo Onofre


A deputada estadual Francisca Primo(PT), mostrando mais uma vez a sua preocupação com o desenvolvimento do estado, e o seu apoio pela municipalismo, participou hoje de uma reunião com mais de 500 lideranças em apoio a emancipação do distrito de santo Onofre, município de Santa Luzia, onde obteve maioria na eleição de 2010.
A reunião ocorreu na igreja assembléia de Deus e contou com a participação de várias autoridades locais e estaduais, como a Dep. Francisca Primo, o ex-vereador e líder do movimento Xikinho, Prefeito Primo de Buriticupu, Dra. Cristina, Vereador Tino, Sr. Arnaldo (representante da igreja católica), além de um representante da prefeitura e de lideranças dos povoados: Brejo do caboclos, Brejo de areia, Cachorro preto e outras localidades.
Um dos momentos altos do evento foi quando a palavra foi passada para a Dra. Cristina, a qual trabalhou no povoado até o ano de 2006, ela deu o seu apoio à emancipação do santo Onofre, e disse que não poderia ficar fora daquele movimento, O prefeito Primo parabenizou a comissão de Emancipação de Santo Onofre e falou sobre o desenvolvimento do município de Buriticupu após a sua emancipação, A deputada Francisca Primo agradeceu ao povo do santo Onofre e região pelos votos de confiança e deu todo o seu apoio a causa do distrito, colocando o seu gabinete na assembléia legislativa a disposição da comunidade, sendo muito aplaudida. O ex-vereador xikinho falou sobre o seu sonho antigo de transformar Santo Onofre em cidade e mostrou uma serie de documentos que justificam a Emancipação do distrito que ficaria com 18% do eleitorado de Santa Luzia.
 Santo Onofre é um distrito de santa Luzia, localizado as margens da Br222, e distante 330km de São Luis, tem população estimada de 14.000 habitantes, suas principais atividades econômicas são: agricultura, pecuária e figura como liderança comercial na região. Distante 50km da sede do município de Santa Luzia, sofre com o abandono da administração municipal, como por exemplo na saúde, onde o posto funciona precariamente (médico apenas 1 vez por semana).